{"id":10231,"date":"2025-09-23T10:32:36","date_gmt":"2025-09-23T13:32:36","guid":{"rendered":"https:\/\/ppgartes.eba.ufmg.br\/?p=10231"},"modified":"2026-03-07T07:10:38","modified_gmt":"2026-03-07T10:10:38","slug":"abertura-da-exposicao-grassar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ppgartes.eba.ufmg.br\/?p=10231","title":{"rendered":"Abertura da exposi\u00e7\u00e3o &#8220;GRASSAR&#8221;"},"content":{"rendered":"<div dir=\"ltr\">\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No tempo do GRASSAR, n\u00e3o h\u00e1 linha reta: h\u00e1 curvas, dobras e retornos. O grupo composto por dez artistas-pesquisadores da Escola de Belas Artes da UFMG chega a uma d\u00e9cada de percurso e ocupa o Centro Cultural da UFMG com uma exposi\u00e7\u00e3o coletiva sob curadoria de Thalita Amorim e Vict\u00f3ria Sofia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao longo desses anos, o grupo constituiu um ateli\u00ea expandido, sem paredes, ponto de partida para os encontros, estadias e exposi\u00e7\u00f5es. O Campus Cultural UFMG em Tiradentes, o Museu da Inconfid\u00eancia em Ouro Preto e o Museu Mineiro em Belo Horizonte j\u00e1 foram palco para as ativa\u00e7\u00f5es do grupo, que agora escolhe a Grande Galeria do Centro Cultural da UFMG como espa\u00e7o de partilha dos trabalhos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Convidamos o p\u00fablico para participar deste momento singular da trajet\u00f3ria deste grupo de pesquisa que celebra dez anos. Como nas palavras das curadoras: \u201ccelebrar dez anos de GRASSAR n\u00e3o \u00e9 encerrar um ciclo, tampouco fixar um ponto ou um instante temporal, mas habitar a fresta: reconhecer na hist\u00f3ria do grupo a for\u00e7a afetiva que move sua continuidade e abrir caminho para que o verbo siga se propagando, inventando novas formas de presen\u00e7a e resist\u00eancia.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A abertura da exposi\u00e7\u00e3o ocorrer\u00e1 no dia 26 de setembro, \u00e0s 19 horas, na Grande Galeria do Centro Cultural da UFMG (Av. Santos Dumont, 174) e poder\u00e1 ser visitada at\u00e9 o dia 19 de outubro.<\/span><\/p>\n<p><b>Texto de parede<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Grassar \u00e9, entre muitos sentidos, alastrar: propagar-se no tempo e no espa\u00e7o. \u00c9 esse o movimento alicer\u00e7ante do grupo de pesquisa que completa uma d\u00e9cada de percurso em um tempo n\u00e3o-linear. H\u00e1 retornos que se fundem ao agora, gera\u00e7\u00f5es que se cruzam, obras que se movem entre interesses individuais e comuns. Passado, presente e futuro se misturam, entre gestos que se transformam, mem\u00f3rias que ressurgem sob novas faces e lugares revisitados para serem reinventados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O desejo de expans\u00e3o do grupo, formado por artistas-professores e pesquisadores da Escola de Belas Artes da UFMG, mobilizou a constru\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica de um ateli\u00ea sem paredes, sustentado pelo deslocamento, pela contamina\u00e7\u00e3o m\u00fatua e pelo entrela\u00e7amento de processos singulares. Nos encontros, estadias e exposi\u00e7\u00f5es em Belo Horizonte, Tiradentes e Ouro Preto, o espa\u00e7o torna-se mat\u00e9ria de cria\u00e7\u00e3o e faz da pr\u00e1tica art\u00edstica uma a\u00e7\u00e3o compartilhada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aos oito primeiros integrantes, somaram-se duas. Nessa equa\u00e7\u00e3o afetiva que celebra os dez anos, agora s\u00e3o tamb\u00e9m dez os artistas que, juntos, constroem esse trabalho. Celebrar dez anos de GRASSAR n\u00e3o \u00e9 encerrar um ciclo, tampouco fixar um ponto ou um instante temporal. \u00c9 habitar a fresta: reconhecer as dobras e as curvas que habitamos, em m\u00faltiplos tempos e espa\u00e7os, e abrir caminho para que o verbo siga se propagando, inventando novas formas de presen\u00e7a e resist\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><b>Artistas:<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Andrea Lanna<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Daisy Turrer<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Elisa Campos<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fernanda Goulart<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Liliza Mendes<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Patricia Franca-Huchet<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Roberto Beth\u00f4nico<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Rodrigo Borges<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Thalita Amorim<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Vict\u00f3ria Sofia<\/span><\/p>\n<p><b>Curadoria:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Thalita Amorim e Vict\u00f3ria Sofia<\/span><\/p>\n<p><b>Curr\u00edculo<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">GRASSAR: a\u00e7\u00f5es continuadas em arte re\u00fane um grupo de artistas-professores e estudantes da Escola de Belas Artes da UFMG, cujo trabalho, realizado na din\u00e2mica do interc\u00e2mbio, est\u00e1 norteado pela inst\u00e2ncia experimental da arte, em um exerc\u00edcio de pesquisa que conjuga diversas modalidades de conhecimento. Criado em 2015, o grupo realizou encontros de trabalho e cria\u00e7\u00e3o no Campus Cultural UFMG em Tiradentes; exposi\u00e7\u00f5es no Museu da Inconfid\u00eancia em Ouro Preto, no Centro Cultural SESIMINAS Tiradentes Yves Alves, no Museu Mineiro em Belo Horizonte e no Quatro Cantos Espa\u00e7o Cultural em Tiradentes e promoveu um col\u00f3quio com pesquisadores em artes no ano de 2017. Em uma d\u00e9cada de atua\u00e7\u00e3o, o grupo realizou oito exposi\u00e7\u00f5es coletivas, uma v\u00eddeo-exposi\u00e7\u00e3o (no per\u00edodo da pandemia Covid-19), tendo ainda participado de semin\u00e1rios, conversas, jornadas de estudo e col\u00f3quios onde os integrantes puderam partilhar os processos e metodologias de trabalho do grupo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nossa metodologia de trabalho apoia-se na perspectiva de um ateli\u00ea aberto, em que as trocas art\u00edsticas e institucionais conduzem as pesquisas pessoais dos membros do grupo, em aproxima\u00e7\u00f5es e deriva\u00e7\u00f5es capazes de propiciar, na multiplicidade dos encontros, a insurg\u00eancia dos processos art\u00edsticos. Desse modo, o Grassar se\u00a0 constitui como um espa\u00e7o de intera\u00e7\u00f5es processuais, constatando e construindo tang\u00eancias e di\u00e1logos a partir do envolvimento do grupo com a universidade e outras institui\u00e7\u00f5es, na concep\u00e7\u00e3o de corpos de trabalhos a serem compartilhados com o p\u00fablico, em exposi\u00e7\u00f5es e publica\u00e7\u00f5es diversas. Ao completar uma d\u00e9cada de exist\u00eancia, o grupo prepara uma exposi\u00e7\u00e3o comemorativa e uma publica\u00e7\u00e3o com textos e fotos para contar sua hist\u00f3ria.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div dir=\"ltr\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No tempo do GRASSAR, n\u00e3o h\u00e1 linha reta: h\u00e1 curvas, dobras e retornos. 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